Nossa Filosofia

A Fitoterapia é contemporânea do início da humanidade, que sempre utilizou os vegetais. “O homem primitivo, instintivamente, já procurava ervas para acalmar uma dor ou se curar de qualquer mal. A fitoterapia é o conhecimento que vem dos nossos avós. Afirma ainda que a extração predatória deveria se constituir em crime grave, sujeito a severas punições. “Em um momento em que a manutenção da saúde é cara e difícil, destruir as plantas medicinais é um crime hediondo. O povo mais pobre acaba privado do último recurso que lhe restava para combater doenças. O índio é o mais civilizado usuário das plantas brasileiras, inteligentemente preserva o que é bom e garante esse bem para seus descendentes”. Dr. Fitoterapia alerta : a Ipeca, a Espinheira Santa, a Pfaffia, o Jaborandi, o Ipê-Roxo, o Pau Pereira e a Quássia estão desaparecendo rapidamente das matas e bosques do País. As plantas medicinais também tem, muitas vezes, efetivos poderes de cura e livram os pacientes de efeitos colaterais típicos dos remédios produzidos em grandes laboratórios. Mas, primeiro, a pessoa tem de saber se a planta é realmente indicada para aquela doença. “O ideal é consultar especialistas, como um fitoterapeuta ou um naturista e não ir usando sem critério, por conta própria”, diz  Dr. Fitoterapia. Principalmente para saber qual a dosagem correta. “A pessoa não pode tomar a quantidade que quiser. Dependendo da dose, ela vai fazer um outro efeito. Não é porque é vegetal que você vai abusar. Você precisa saber o que o seu organismo aceita.” Um profissional pode nos orientar com segurança a fazer uso correto e melhor das ervas. Nas grandes capitais brasileiras, o hábito de comprar ervas em barraquinhas ao ar livre, que supostamente curam todo tipo de mal é bastante difundido. Mas é bom tomar bastante cuidado. Além das condições de higiene serem precárias, os chás feitos a partir de ervas são vendidos sem que haja o menor controle por parte das autoridades sanitárias. Também é preciso desconfiar sempre do que dizem os donos dessas barracas. Não acredite em curas milagrosas isso não existe. Não é verdade. A pessoa tem de recorrer à medicina tradicional nesse caso”. Ele insiste que a medicina tradicional é a única confiável para tratamentos desse tipo. “A fitoterapia é o uso do vegetal para promover a recuperação da pessoa, repondo a energia de um órgão que está doente. As plantas têm a sua fatia de colaboração num tratamento. Mas nós não podemos desprezar a alopatia, e nem a homeopatia, que é um ramo da fitoterapia, embora sejam filosofias diferentes. Na fitoterapia você utiliza o complexo do vegetal. Na homeopatia você tem a energia da planta, enquanto a alopatia emprega só o fármaco, a substância química que é retirada do vegetal”. Embora a fitoterapia seja mais antiga do que a alopatia, devemos sempre reconhecer e respeitar sua contribuição.